domingo, 6 de julho de 2014

Bob A Rela: Pérola Rebolativa

Bob A Rela é um daqueles grupos de disco-soul-funk nascidos, criados e mortos em sua própria década, vítimas do modismo e do esquecimento midiático. Com apenas um álbum lançado, o grupo poderia ser um daqueles sucessos rápidos e até rotineiros nas pistas de dança dos anos 70, mas isso faz com que o disco "Bob A Rela", lançado em 1979 seja uma verdadeira pérola do fever-disco e um dos meus discos favoritos do gênero.

Embora a internet seja uma ferramenta de informação e descobertas absurda, pouco se sabe do grupo, do disco e do que aconteceu com os integrantes. O que podemos falar aqui é exatamente sobre a música e o motivo de eu considerar Bob A Rela uma verdadeira pérola da disco-music.

Lançado pelo selo Metronome, o disco contém apenas 5 faixas: "Spend The Night"; "Stop"; "Why Does It Rain"; "Tobacco Road" e "Money", esta última sendo o cover da famosa canção do Pink Floyd, mas numa roupagem mais pista de dança. Abaixo vocês conferem a faixa "Spend The Night" que abre o disco no melhor estilo disco, recheado de sons experimentais de percussão.


Em seguida encontramos a deliciosa "Stop", aqui os passos ficam de lado e o clima é de pura sensualidade. A canção anuncia o lado soul do grupo com muita competência. O que mais chama atenção é a presença do baixo e da guitarra que dar uma leve brisa dos anos 80, já que o disco beira a transição musical das décadas. Outro ponto forte é o som do saxofone no refrão, o ápice sexual da faixa, sem dúvida. A canção é cover da original de Peter Schneider.



Em "Why Does It Rain" conseguimos encontrar novamente as misturas musicais entre o disco-pop-new wave. As batidas eletrônicas montam uma base com elementos desconexos, juntados com o ritmo repetitivo da disco e novamente o instrumental de guitarras. Consigo ver uma banda indie da atualidade fazendo uma versão da faixa.


"Tobacco Road" é um cover do cantor John D. Loudermilk, nos moldes disco do grupo.  Todos os elementos citados anteriormente são apresentados na versão igualmente, compondo uma atmosfera diferente a canção e arrancando os passos de um bom "dancing".


E por fim, mas não menos importante, encontramos o cover de "Money", alguém já pensou em dançar alguma canção do Pink Floyd da forma mais rebolativa que se pode imaginar? Bem, quem já dançava "Money" sem todos os arranjos especiais para uma pista de dança, já pode se jogar na versão do Bob A Rela. Vocês conferem a faixa logo abaixo:


E pra quem curtiu o som do Bob A Rela, deixo com vocês o link disponível para guardar e escutar mais vezes em diversos momentos. Até a próxima, pessoal ;*

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Eu, eu mesmo e os Thomas na música.



Eu já tinha o interesse de escrever esta postagem há algum tempo e hoje, depois de uma loooonga pausa sem nenhuma postagem, resolvi escrever e acabar com esse hiato. Então, vocês já se perguntaram em quais os cantores que você conhece que possuem o seu mesmo nome? Eu, estava na minha, com minhas ideias flutuantes e resolvi fazer esta postagem com três cantores que adoro e possuem meu nome como nome artístico.

Começo falando de Carla Thomas, natural do Tennessee, nasceu no ano de 1942 e fez grande carreira cantando Soul/R&B. Lançou seu primeiro álbum em 1961, Gee Whiz, pela gravadora Atlantic. Um dos grandes momentos na carreira de Carla foi o lançamento do álbum "King & Queen" gravado juntamente com Otis Redding, em 1967. No mesmo ano Carla lança "The Queen Alone", autoafirmando seu título de The Queen of Memphis Soul. E é desse álbum que quero falar, Carla nos mostra o motivo de se sentir uma rainha ainda e a sua coragem de seguir em frente. Basta dá uma ouvida em "I Take It To My Baby" para ver o desenrolar da moça com a voz e o gingado de sua canção.


Outros destaques desse álbum para mim, são as faixas "Same Thing", "Me And My Clock", "I Want To Be Your Baby" e "Woman's Love". Que vocês podem conferir abaixo:








O segundo cantor que quero falar aqui é o Sam Fan Thomas, natural de Camarões (República dos Camarões), região ocidental da África Central,  fronteira com Nigéria e República do Congo. Sam começou sua carreira ainda nos anos 1960, mas só veio ganhar notoriedade quando juntou-se com a banda Tigres Noires, na década de 70, sendo guitarrista oficial até 76. Quando resolveu lançar sua carreira solo, lançando em 1977 o álbum "Funky New Bell".

Quem gosta de um afrobeat misturado com chote, Sam é simplesmente perfeito para dançar coladinho, ainda mais se for numa praia e as águas batendo em seus pés. Enfim, voltando pra postagem, eu simplesmente adoro o ritmo que Sam comanda sua música, mesmo que você não compreenda muito a linguagem, mas o ritmo lhe envolve em sua levada. Confiram a música título do álbum "Funky New Bell" e "Knowgne" entendam o que quero dizer:






                                                                                O terceiro chama-se Joe Thomas, saxofonista americano que ganhou popularidade nos anos 70, um de seus discos mais famosos foi o "Masada", de 1975 e é dele que vou apresentar. Joe é pra quem gosta de música instrumental, embora em suas canções ainda contem com vozes femininas servindo de acorde em determinados momentos, o feeling da canção é sentir a vibração que é ouvir Joe com seu saxofone, bata escutar a primeira faixa do disco "Gemini Flyin' High" pra sentir a viajem que Joe Thomas propões, viajem alto Geminis!



O disco possui 6 faixas e eu fico em dúvida de eleger as favoritas, mas nesse top 3 não podem faltar o faixa-título "Masada" e "Poinciana", que vocês conferem abaixo:






E por último, mas não menos importante, quero falar de um cantor bem atual que também está no quadro dos Thomas, sendo o único a utilizar o meu nome como nome principal: Thomas Azier.

Thomas nasceu em 1987, na Holanda, mudando-se para a Alemanha aos 19 anos para tentar a vida de cantor. Sua grande chance foi em 2012 ao ganhar o prêmio Talento Pop Friesland e conseguindo lançar dois EPs: HYLAS 001 e HYLAS 002 em 2013 e sendo padrinhado por Wookid. Agora, bem recente, em 2014, Thomas lança seu álbum na faixa, mantendo o mesmo título dos EPs: HYLAS. Eu simplesmente adoro o som de Azier, é um electro-pop denso com uma ótima interpretação vocal do rapaz, além das letras "dor de cotovelo", Thomas é um rapaz que já sofreu e sofre bastante de amor. Deixo com vocês os clipes de "Red Eyes", "Angelene", "Verwandlung" e o ótimo cover de "Wicked Games", clássica canção de Crhis Isaak.




domingo, 15 de dezembro de 2013

Bailando com Adalberto Santiago.

Para noites quentes ou frias, uma ótima pedida para fundo musical será sempre a sedutora voz e ritmo de Adalberto Santiago. Antes de desenrolar o post, vamos entrar no clima com a faixa "Quisiera Amarte Menos" e entender as minhas primeiras afirmações.


Adalberto começou sua carreira em 1966 ao lado de Ray Barreto, lançando ao todo 11 álbuns de estúdio. Além de Ray, Adalberto também lançou um álbum especial do encontro da dupla com a rainha da salsa Célia Cruz, em 1983.

Em 1977, Adalberto inicia sua carreira solo, chegou a lançar 10 álbuns sozinho, e ganhou título de sexy symbol entre as mulheres que acompanhavam sua carreira. Em 1980, o rapaz lança o terceiro álbum solo de sua carreira, "Feliz Me Siento", pela Fania Records. Em minha opinião este trabalho é o melhor do cantor, Adalberto nos apresenta toda sua versatilidade, seu lado romântico, seu lado dramático e alegre de ser. A canção que abre o LP, "La Amistad" é um reflexo disso, uma salsa poderosa e feita para encher uma pista de dança com calor humano.


Já a faixa "Al Fin Llegastes" é para aqueles momentos mais solitários, um copo de bebida e uma luz vermelha climatizando a situação. Nesta canção o cantor nos apresenta seu lado melodramático que o fez tão conhecido como cantor de salsa romântica.


A mesma receita da salsa romântica acontece na faixa "Si Supieras", que vocês podem conferir abaixo:



Outro grande destaque deste álbum é a faixa-título, "Feliz Me Siento" é perfeita para qualquer pista de dança, coloca qualquer um para dançar e se sentir feliz assim como Adalberto.

 

Ao total, o LP, contém 8 faixas. As demais: "Se Me Olvido Tu Nombre", "A Trabajar" e "No Lo Digas" seguem o ritmo salsa caliente de Adalberto. Todo o álbum foi produzido por seu ex-companheiro de palco Ray Barreto, que citei acima, e a direção musical ficou por conta de Louie Cruz. 

Esperam que tenham gostado, até a próxima ;)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Donald Byrd e seu poderoso trompete.


80 anos de vida, um verdadeiro artista e uma carreira invejável. É assim que devemos sempre lembrarmos de Donald Byrd, um dos maiores trompetistas de jazz norte-americano da música. 

O talento do rapaz começou a surgir ainda nos primeiros anos de estudo na escola secundária, onde participou de diversos grupos de jazz e aos poucos foi se envolvendo cada vez mais com a vida artística. Nascido em 9 de dezembro de 1932, em Detroit, lançou seu primeiro trabalho solo em 1958, "Off To The Races" foi bem recebido pelos amantes de jazz, e logo Donald foi reconhecido pelo estilo hard-bop, uma das categorias do movimento cultural do jazz na época.

Nos anos 70, Donald se afasta um pouco do hard-bop e começa a misturar seu jazz com a tendência do momento, na época: o jazz de fusão. Onde se mistura ritmos como funk, soul e R&B. Tal mistura se tornou presente nos principais músicos da época, coisa que não foi diferente com Donald.

Eu gostaria de comentar um pouco o álbum que mais gosto do senhor Byrd, "Slow Drag", lançado em 1967, sendo assim seu 12º trabalho oficial solo. Aqui, Donald ainda se experimenta e nos lambusa no melhor estilo do hard-bop. Jazz instrumental, envolvente e sensual. O trompete de Donald Byrd conquista nossos ouvidos de diversas formas. Na faixa "Slow Drag", que abre com maestria o álbum, exala sensualidade e elegância, fazendo os seus ouvintes mergulharem de cabeça no ritmo de seu senhor. Igualmente romântica e sensual é a segunda faixa, "Secret Love" é perfeita para os momentos a dois, nas noites frias, uma bebida quente, o amor secreto de Byrd acontece para todos.

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Já em "Book's Bossa", nos deliciamos com a mistura de jazz e bossa nova, é hora de se levantar e dançar um pouco. Muitos dizem que jazz foi feito para senti-lo, escutar cada nota e deixar sua mescla musical penetrar em suas veias como essência de seu ser. É, eu tentei caprichar na descrição do momento, mas de fato jazz tem um poder próprio, onde você é tomado pela música, seja sentado analisando seu movimento, ou deixando o corpo reagir da forma que bem entender. Eu sempre prefiro o corpo reagir. Então, jazz também é para se dançar!


Em seguida temos a rebolativa "Jelly Roll", outra pedida para se dançar e deixar seu corpo reagir como trompete mandar. "The Loner" e "My Ideal" encerram o álbum com aquele ar de despedida e sentimento bucólico. Se Donald Byrd começa dizendo para irmos devagar com "Slow Drag" no inicio, depois estoura o sentimento musical em nosso interior com "Book's Bossa", ao final de "My Ideal" ele nos pede atenção para seu talento, nos despedindo desse incrível álbum de pé e recheados de aplausos (Se assim fosse numa apresentação). Mas de toda forma, termino esta postagem emitindo meus aplausos: CLAP! CLAP! CLAP!

  


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

De Célia a Jennifer: AMA homenageia a Queen Of Salsa.

Nesse último sábado (24) ocorreu mais uma edição do tradicional prêmio da música americana, AMA - American Music Awards.

A premiação consagra artistas que estão em evidência e que fazem sucesso com o grande público. Mas o que gostaria de comentar aqui é outro fato, não as premiações e quem se saiu melhor. O AMA todo ano costuma fazer homenagem a algum artista que marcou história na música. Nesse ano, a produção escolheu a cantora cubana Célia Cruz para ser homenageada, em virtude de seus 10 anos de falecimento, além de claro, seu legado para a música Salsa, da qual é considerada "Queen of Salsa".

A artista escolhida para fazer a grande homenagem foi outra latina, da nova geração, a sempre bela Jennifer Lopez colocou fogo no palco e fez justa a homenagem. Com direito a trocas de roupas e corpo de baile, Jennifer fez bonito, realizando, em minha opinião, a melhor apresentação da noite.Vocês conferem o vídeo abaixo:


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A luta e o talento de Taiguara!

A Ditadura Militar além de ser um dos momentos mais obscuros da história do Brasil, até os dias de hoje, foi uma época onde se houve um maior movimento criativo na música popular. É de costume escutarmos nomes consagrados como Chico Buarque e Caetano Veloso, mas estes tiveram sorte de sua música continuar viva depois da censura e forte na memória e na cultura dos que viveram àquela época até os jovens de hoje.

Taiguara, cantor uruguaio-brasileiro, não foi tão sortudo assim, foi um dos cantores que mais tiveram canções vetadas durante a mesma época, 69 ao total foram vetadas, sendo obrigado a exilar-se duas vezes fora do país e ter um álbum lançado que nunca pode ser executado em sua própria terra. Outro fato triste é que nem sempre é lembrado nas rodas juvenis, quando o assunto é música de militância ou música popular brasileira por si só.

O rapaz nasceu em 1945 e aos 4 anos mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 1960, sua família sai das terras cariocas para as paulistas, onde o artista iniciou sua carreira musical. Estudou Direito, mas abandou para dedicar-se a sua arte. Em 1965, aos 20 anos lança seu primeiro LP homônimo, "Taiguara!". Canções como "Samba de Copo Na Mão"; "Preciso Aprender a Ser Só"; "Cecília" e "Flor da Manhã" fazem do álbum ser um dos grandes marcos na vida do cantor.


Em 1973, Taiguara foi exilado do Brasil, indo morar em Londres, lançando por lá o primeiro álbum de um artista brasileiro a ser censurado e proibido no próprio Brasil, "Let the Children Hear the Music". Em 1975 retorna ao Brasil para realizar lançamento do disco "Imyra, Tayra, Ipy", mas fora forçado a cancelar sua apresentação, novamente por causa da censura, indo exilar-se em países Europeus e Africanos.

Taiguara ficou sem se apresentar em seu próprio país durante 13 anos. Em 1986, o cantor se apresenta no Anhembi, São Paulo. Na canção “Que as Crianças Cantem Livres”, do álbum de 1973, "Fotografias". Taiguara conta um pouco de sua história e como fez para ludibriar a censura na época. Vocês podem conferir o vídeo abaixo:


Nos anos 80, Taiguara ainda lança mais dois álbuns em sua carreira, "Porto de Vitória/ Sol do Tangainica" e "Canções de Amor e Liberdade", mas sem obter muito sucesso e pouco reconhecimento nas rádios. Em 1994, seu último álbum é lançado "Brasil Afri", fazendo referências aos anos que viveu exilado em países Africanos. Taiguara veio a falecer em 1996 por complicações a um câncer na bexiga.

Em seu primeiro álbum, "Taiguara!", o cantor mescla samba e música romântica, além de homenagear Tom Jobim. Deixo com vocês o trabalho iniciante deste grande cantor, que a censura tanto fez questão de apaga-lo, mas por sorte não conseguiu e sua música continua aqui, sendo reconhecida e amada.

Taiguara - Taiguara! (1965)


domingo, 17 de novembro de 2013

O calor e o amor de Kathi Baker.

Ao lançar no Google o nome de Kathi Baker, ele logo vai querer corrigi-lo para Kathy Baker, atriz de televisão americana. Então vamos procurar por Kathi no filtro de imagens, novamente quem domina a pesquisa é Kathy, a atriz e não a cantora. Ao lançar o nome de Kathi no Youtube (por isso que repito, eu amo o youtube!), ele nos proporciona as principais canções de Baker e basicamente seu LP inteiro.

É assim que apresento a vocês um dos meus LP's de disco music favoritos, com pouca informação. Mas ao menos ainda temos a oportunidade de escuta-la e conhece-la da forma que qualquer artista deseja, por sua obra. "Feel The Heat" foi lançado em 1979 pelo selo Toledo, essas são informações básicas que podemos considerar pelos vídeos. Contendo 7 canções, o LP é o único lançado por Kathi Baker e um verdadeiro mistério sobre sua origem e trajetória.

Pois bem, Baker abre seu LP com a faixa "Fa La La (Feel The Heat)" e logo nos encantamos com a moça, sua voz suave, doce e meiga, faz com que o ritmo agitado e os saxofones de sua música sejam ainda mais atrativos. Kathi nos convida para sentir seu calor, o calor de sua música e sua voz, o que conseguimos sentir é algo agradável e confortante, mas ao mesmo tempo igualmente quente, como era a intenção original da faixa.


Mas o calor de Kathi não fica escondido, seus acordes romanticos são mais fervorosos do que realmente aparenta ser. Exemplo disso é a energética "Movie Queen". Quando a ouço imagino um número musical bem colorido e recheado de luzes exibindo com maestria sua rainha, a própria Kathi.


Mas além de quente, Baker é principalmente romântica, "Isn't Quite Enough To Say" é a faixa mais melodramática de seu álbum e perfeita para a moça usar seu vestido mais longo e se pronunciar como uma verdadeira diva da disco e do pop.


"Dancing Shoes" é igualmente romântica, mas ideal para os momentos mais otimistas de seus dias. Eu consigo enxergar as canções de Kathi perfeitamente como trilha sonora de algum filme, e provavelmente a protagonista seria a Julia Roberts (ok, estou viajando bastante, mas isso é ótimo).



Já "Disco Jam" é extremamente sexual, Kathi nos apresenta seu lado mais perigoso. O baixo da canção possui uma sensualidade afundada nos refrões sussurrados e avassaladores da cantora.



Conheci Kathi Baker por acaso, estava procurando um álbum de Diana Ross e me deparei com Kathi. Adoro Diana, sem dúvidas. Mas provavelmente foi o destino que colocou Baker no meu caminho, escutei suas primeiras faixas e fiquei rapidamente envolvido na sua música. Nunca mais consegui encontrar outros trabalhos da moça, mas fico feliz em compartilhar com vocês este LP, espero que "Feel The Heat" os façam dançar e cantar como fez comigo.

Até a próxima, queridos! Comentem!

Kathi Baker - Feel The Heat (1979)